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Quem somos

O Observatório Político representa mais de 200 membros. Cerca de 80 investigadores, entre doutorados e associados, constituem um corpo científico interessado na área da ciência política, que visam contribuir para o desenvolvimento do estudo da política e da análise política nacional e internacional.

Por iniciativa de Cristina Montalvão Sarmento, acompanhada por 70 estudantes de Ciência Política e Relações Internacionais, foi criado em 2009 pelo Conselho Científico da FCSH – Universidade Nova de Lisboa e, em 2010, foi autonomizado, constituindo-se como uma associação de investigação científica em estudos políticos, sem fins lucrativos, ganhou autonomia para se afirmar na sociedade civil como um centro de investigação de excelência..

Independente de estruturas político-partidárias, do poder político e dos órgãos de soberania, o Observatório Político tem-se empenhado no desenvolvimento sustentado de uma plataforma de estudo, análise e investigação dedicada à política, apostando na cooperação alargada com a sociedade e a comunicação social, para além dos serviços de ciência e tecnologia. 

Do conjunto das suas atividades, na génese do Observatório Político destaca-se a criação, registo e edição da revista científica de reflexão e debate, a Political Observer, RPCP – Revista Portuguesa de Ciência Política.  Com 20 números publicados, desde 2010 e outros dois em preparação em 2024, com periodicidade semestral, a Political Observer cumpre as normas de referenciação do Catálogo Latindex – Sistema de Informação Internacional de Revistas Cientificas, do European Reference Index for the Humanities (ERIH Plus) da European Science Foundation (ESF) e Qualis (B4) – Sistema de classificação de periódicos da CAPES, do Ministério da Educação do Brasil. É uma publicação Scielo indexada de acesso aberto (DOAJ)  que pode ser consultada em várias plataformas. 

 

A atividade de investigação do Observatório Político permitiu também a atualização e renovação do conhecido ResPublica, um sistema generalizado sobre redes informativas em matérias de ciência política, da autoria científica do Prof. Doutor José Adelino Maltez, doado ao Observatório Político, em outubro de 2011, que a renovou como POLITIPÉDIA – Repertório Português de Ciência Política.  Esta a base de dados constitui o mais exaustivo acervo de informação compilado, abrangendo cerca de oito mil entradas na área da Ciência Política, mais de 12 mil ficheiros, a cúpula enciclopédica de um repertório português de Ciência Política. Cerca de duas centenas de chaves bibliográficas sobre temas de Ciência Política e Relações Internacionais, uma importante base de dados das eleições em Portugal desde 1820, centenas de biografias da classe política portuguesa, constitui um valioso património científico do Observatório Político.

Esta plataforma em constante actualização, foi em 2023 adequada a recentes  e novas bases tecnológicas e está a atualmente a ser disponibilizada ao público, prevendo-se que esta tarefa seja finalizada ao longo do ano de 2024. 

 

 

 

Em janeiro de 2016, por acordo com o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, o Observatório Político, integrou a Rede de Laboratórios e Observatórios do ISCSP-UTL, porque se acreditou constituir um potencial para os estudos políticos em Portugal. No entanto, tal não se veio a verificar e reconhecendo a falta de condições para o exercício da sua atividade, o Observatório Político volta a autonomizar-se em nova sede a partir de 2024.

 

 

 

Não Fazemos Política

 Mas EXPLicamos

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Coordenação no ISCSP-ULisboa

Cristina Montalvão Sarmento
Patrícia Oliveira 

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Associação

 

Direcção
Cristina Montalvão Sarmento
Patrícia Oliveira
Suzano Costa
Assembleia Geral 
José Fontes,
Manuel Filipe Canaveira
Marta Ceia
Conselho Fiscal
Carlos dos Santos Vargas
António Horta Fernandes

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Conselho Consultivo Nacional

Adriano Moreira (Academia das Ciências)
Alcino Pinto Couto (Universidade da Beira Interior)
Annabela Rita (CLEPUL, Univ. Lisboa)
Armando Marques Guedes (FD-UNL)
Carlos César da Lima Motta (Univ. Lusíada)
Jorge Bacelar Gouveia (FD-UNL)
José Adelino Maltez (ISCSP-UTL)
José Eduardo Franco (FL, Univ. Lisboa)
José Lamego (FD-Univ. Lisboa)
José Manuel Pureza (Univ. Coimbra)
José Manuel Moreira (Univ. Aveiro)
Luís Andrade (Univ. Açores)
Luís Filipe Lobo-Fernandes (Univ. Minho)
Luís Salgado de Matos (ICS-Univ. Lisboa)
Maria Assunção Esteves (Ex-Presidente da Assembleia da República)
Miguel Anacoreta Correia (UCCLA)
Paulo Ferreira da Cunha (Univ. Porto)
Paulo Gorjão (IPRIS)
Pedro Ferré (Univ. Algarve)
Rui Vieira Nery (Univ. Évora / Gulbenkian)

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Conselho Científico Internacional

Alfonso Galindo Hervás (Univ. Murcia, Espanha)
André Corsino Tolentino (IAO, Cabo Verde)
Andrew Linklater (Aberystwyth University)
António Correia e Silva (MESCI, Cabo Verde)
Carlos Batista (IEP- Universidade de Brasília, Brasil)
Eduardo Viana (UFMG-Minas Gerais, Brasil)
Gianfranco Pasquino (Univ. Bolonha, Dickinson College, Johns Hopkins University, Itália)
Gianluca Passarelli (Univ. Roma, Itália)
Jacques de Champchesnel (Sciences-Po Poitiers, França)
Johnatan Paquette (University of Ottawa)
Kevin V. Mulcahy (Louisiana State University, EUA)
Kirk S. Bowman (Sam Nunn School International Affairs, GATECH – Estados Unidos da América)
Lúcia Maria de Paschoal Guimarães (UERJ – Rio de Janeiro, Brasil)
Olivier Dabène (Sciences-Po Paris, França)
Mario Losano (Univ. Piemonte Oriental, Itália)
Pierre Léglise Costa (Université Paris VIII, França)
Stephen Boyle (University of South Australia)